Quando faz sentido nos chamar
O sistema fica lento no fim do mês e ninguém olhou a consulta pesada. O backup existe, mas nunca foi restaurado — então ninguém sabe se funciona. A regra de acesso vive só na tela e o banco aceita qualquer coisa. A tabela cresceu sem ninguém desenhar, e cada mudança é um risco.
São sinais de que o banco não tem dono. É o que assumimos.
O que fazemos
- Modelagem e migrações versionadas, com histórico: toda mudança de schema é rastreável e reversível.
- Isolamento por cliente no próprio banco (RLS), não só no frontend — quem protege o dado é o banco.
- Tuning de consultas e índices: o que está lento é medido antes de ser mexido.
- Backup com restore testado, não só configurado.
Onde nossa experiência está
PostgreSQL — inclusive em ambientes gerenciados como o Supabase. Oracle e outros bancos entram sob consulta: avaliamos o cenário antes de assumir.