Quando faz sentido nos chamar
Os dados existem, mas ninguém confia neles. O dashboard foi feito uma vez e nunca mais atualizado. O financeiro puxa números de uma planilha, o comercial de outra, e quando os dois se encontram na reunião, os totais não batem. Ou pior: o BI ficou tão complexo que só quem fez consegue mexer — e essa pessoa saiu.
Nosso trabalho é transformar dados dispersos em visões confiáveis que o time realmente consulta para tomar decisão.
O que entregamos
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Modelagem dimensional orientada ao negócio: fatos e dimensões que fazem sentido para quem vai consumir, não para quem modelou. Cada métrica tem definição documentada, fonte rastreável e regra de cálculo explícita.
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Dashboards executivos em Power BI: painéis que respondem as 3-5 perguntas que o gestor faz toda semana. Sem 47 abas que ninguém abre. Atualização automática com SLA definido.
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Governança mínima viável: catálogo de dados, linhagem de ponta a ponta e alertas de qualidade. Não precisa ser um programa de 6 meses — precisa ser o suficiente para que o time confie no número.
Como funciona o processo
Começamos ouvindo: quais decisões o negócio precisa tomar, quais dados existem hoje e onde estão os gaps. Depois modelamos, construímos os pipelines de alimentação (geralmente em Airflow + PySpark) e entregamos os dashboards com documentação e treinamento.
O resultado não é um relatório bonito — é uma rotina nova na empresa, onde dados guiam decisões em vez de validar intuições.
Stack
Power BI, PostgreSQL, Databricks, Apache Airflow, PySpark, dbt. A camada de consumo é Power BI na maioria dos casos, mas adaptamos para Metabase, Looker Studio ou Streamlit quando o contexto pede.